A fortuna me presenteia com a plenitude de estar e mim e no mundo por instantes, imerso e nao disperso. A estranha segurança de segurar o cetro do mundo, sem a visita pontual de totalidade absurda ligada a devaneios que associam poder com destruiçao e força.
Ter poder e estar no meio da massa cosmica, perceber por fraçoes os mecanismos e extasiar-se com o que se ve, como extensao do Cosmos e criaçao maxima.
Ter poder e regizijar-se com a plenitude dos tropeços e sacolejos e as vezes um belo cenario chamado mundo. O mais importante, nao ter medo de ser piegas, que as vezes, nos torna humanos.
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